Vídeo Mostra Como A Publicidade Continua Sendo Escandalosamente Machista

Mesmo que passemos a vida toda exigindo que os homens para com as cantadas ofensivas na rua, não podemos impedir a publicidade de trabalhar da maneira que ela deseja. Sim! Marcas e publicitários ainda estão reproduzindo machismo em suas propagandas. Em pleno século XXI.

Há pessoas que ainda possam não ter entendido que mulher não é objeto sexual para os homens, que somos ser humanos assim como os homens. Não há necessidade de usar mulher como objeto para vender mais. Quem sabe trabalhar, faz algo bem feito sem apelar para a “sexualidade”, mesmo que esteja escondida.

A campanha #WomenNotObjects (mulheres, não objetos –em tradução livre–) quer mostrar para o mundo. A campanha aponta campanhas publicitarias que são extremamente machistas e algumas que o machismo está disfarçado de manheira que não dá para perceber em um olhar rápido.

Assista ao vídeo e veja o quão machista essas publicidades são, é algo que realmente tem de mudar.

Vídeo Mostra Como A Publicidade Continua Sendo Escandalosamente Machista 1

As frases que aparecem quando pontuam as propagandas machistas são:

  • “Eu amo fazer boquetes para sanduíches”.
  • “Eu amo dormir com homens que não sabem meu nome”
  • “Eu espero que quando a minha filha crescer, tenha amigas como estas”.
  • “A chave para o meu coração – um homem que cheira a vagina”.
  • “Eu amo sacrificar minha dignidade por um drink”.

Gringos Vendo Globeleza Pela Primeira Vez

Outro vídeo que se tornou popular na internet recentemente é um no qual aparecem mulheres de New Orleans, nos Estados Unidos pensam sobre a Globeleza. Um vídeo mostrado  a elas, tiveram as melhores reações.

Os questionamentos delas são maravilhosos, coisas que estamos tão acostumados em vermos no Brasil que nem lembramos de nos questionar, o que se torna muito errado, isso ser considerado “comum”.

Esse tipo de comportamento não deveria ser comum. E não estou falando sobre a mulher exibir seu corpo, afinal, cada uma faz o que quiser com o próprio. E sim da cultura de vender o corpo FEMININO, no carnaval.

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